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Vinho: Bebida da Quarentena


Você tem a impressão de que todos os dias pelo menos um contato de uma das suas redes sociais faz uma postagem dizendo que está bebendo vinho, mostrando uma bela taça cheia ou uma garrafa pela metade?


Bom, talvez não seja apenas impressão. Lojas virtuais, importadoras e produtores da bebida perceberam aumento na venda para o consumidor final desde que as medidas de distanciamento social começaram a ser implementadas para conter a disseminação de Covid-19 no Brasil. Em casa, os fãs da bebida têm ampliado o número de pedidos online. Muitas empresas de e-commerce tem registrado altos índices de vendas no período entre Março e Abril.


Para especialistas o mercado de vinho é resiliente em crises e tende a não sofrer retração em volume, apesar das transformações de perfis e ocasiões de consumo. O que acontece atualmente pode ser visto como grande oportunidade para as empresas. Há essa massa de consumidores que estão descobrindo o vinho e clientes que não compravam online e estão começando a se habituar. Os desafios serão a adaptação a uma nova realidade, com tendências diferentes e com um consumidor mais exigente na jornada digital.


Com mais vendas aqui ou ali, o vinho está mesmo nas casas de todos. E, do ponto de vista da psicanálise, isso é bastante compreensível.


A situação de isolamento social exige renúncia ao prazer – do convívio social, do trabalho etc. Mas o ser humano não renuncia, ele compensa”, explica Daniel Kupermann, psicanalista e professor do instituto de psicologia da USP (Universidade de São Paulo). “Compensamos criando outros prazeres: como beber mais vinho.” Além disso, segundo ele, o álcool pode promover um relaxamento e age como uma válvula de escape. É claro que é necessário ficar atento às quantidades. A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda não mais do que 240 ml de vinho para homens e 120 ml para mulheres diariamente. “Conhecemos alguns benefícios do vinho tinto, com polifenóis que ajudam em doenças cardiovasculares. O consumo, porém, precisa ser adequado”, diz Maria Fernanda Vischi D’Ottavio, nutricionista do HCor, em São Paulo. Segundo ela, o álcool é vilão na questão obesidade (que tem se mostrado fator de risco para Covid-19), por ser considerado caloria vazia. “E o vinho é sempre acompanhado de queijo ou de um snack mais pesado”, completa. Ou seja, comedimento é a palavra-chave. “A bebida moderada nesse momento é compreensível, mas cada um deve respeitar suas restrições. Se ela não comprometer a saúde da pessoa e da sua capacidade social e de trabalho, não há, a princípio, problema.”


Quantas vezes buscamos um vinho para consumir ou dar de presente e não temos em casa? Principalmente agora, em um momento em que praticamente todo o Brasil está vivendo em quarentena. E você, já pensou em comprar ou até mesmo vender para o seu vizinho? Que tal trabalharmos juntos? Somos uma importadora com mais de 20 anos de experiência, e oferecemos um dos melhores vinhos de Portugal. Quer saber mais? Clique aqui

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